Um mergulho no Feminino através dos contos tradicionais e do bordado livre

Curso On-line
Um mergulho no Feminino através dos contos tradicionais e do bordado livre

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Esse curso vivencial on-line será uma oportunidade para deixar-se tocar profundamente por um conto, onde o princípio feminino é central. A partir das imagens internas despertadas, cada um poderá, no decorrer do processo, se expressar através do bordado livre.

 

Nesse momento em que estamos em quarentena, sugerimos uma lista de material que poderá ser comprada on-line, ou o participante poderá usar materiais que encontrar em sua casa.

Veja a lista de materiais necessária para o curso on-line

Tesourinha com ponta para facilitar cortar o fio rente ao tecido. A de ponta arredondada dificulta essa tarefa! Tesouras de cortar as unhas costumam ser ótimas!

 

Agulha de costura e não agulha para bordado (a que se costuma vender como agulha de bordado é a que é usada em ponto cruz e a ponta dela é mais arredondada e precisamos de agulhas de ponta fina, como a de costura). Seria bom ter um número 6 (maior, para fios mais espessos) e uma número 8 (mais fina).

 

Tecido para bordar: o mais utilizado é o algodão cru, mas podemos usar vários outros tecidos.

 

O algodão cru também pode ser pintado com aquarela, fica lindo e tem um ótimo custo benefício! Talvez você tenha em casa algum guardanapo de tecido de algodão ou linho.

 

O linho também é gostoso de bordar desde que não tenha uma trama muito aberta e a sarja (não muito grossa) também é ótima. A malha de algodão é mais desafiadora pela elasticidade do tecido, principalmente se for fino. Pode ser um guardanapo, uma fronha, uma capa de almofada.

 

Linhas: podemos usar vários tipos de linhas, desde as linhas comuns que usamos para costura (Polyester ou algodão), até as mais utilizadas pelas bordadeiras como as de novelo pequeno ( Marcas Archor Perlé, ou Círculo Rubi, ou DMC, que é importada) ou novelos grandes de linhas ou lãs e as linhas em meadas (Archor , Maxi Mouliné, DMC e VM feito à mão, marca nacional que faz linhas tingidas com corantes naturais).

 

Bastidor: Não é necessário usar bastidor para o bordado livre, mas para alguns pontos que exigem o tecido ficar bem reto, ele ajuda. Se quiser adquirir um, prefira um pequeno, de 10/12cm pois você poderá encaixar na parte do bordado que estiver fazendo e conseguirá manusear melhor.

 

Caso você queria adquirir algum desses materiais, lembre-se que todo bairro tem um armarinho pequeno e você poderá pesquisar se eles têm esses materiais e pedir para entregar. Dessa forma, você consegue o material mais rapidamente do que se pedir em grandes lojas que fazem delivery e ajuda o comércio local.

 

Alguns contatos de lojas que vendem material de bordado on-line:

 

ciadotrico.com.br;

vmfeitoamao.com;

bordadostudio.com.br;

elo7.com.br.

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Investimento

R$520*

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Destina-se à

Todos os interessados.

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On-line

Ao vivo.

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Data

A partir de 22/05.
Das 17 às 19h.

*5 aulas de 2 horas cada. 15 vagas.

Patricia Dias Gimenez

Coordenação

Patricia Dias Gimenez

Psicóloga Junguiana, membro analista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA) e da International Association for Analytical Psychology (IAAP).

Mestre em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da USP.

Autora do livro: Adolescência e Escolha – um espaço ritual para a escolha profissional através do Sandplay e dos Sonhos, Editora Casa do Psicólogo.

Datas dos Encontros
Maio22, 29
Junho05, 12 e 19

Um mergulho no Feminino através dos contos tradicionais e do bordado
livre

Os contos tradicionais são expressões particulares de uma certa cultura e, ao mesmo tempo, expressões universais da condição humana, nos ensina Regina Machado, importante pesquisadora brasileira de contos tradicionais em seu precioso livro: O Violino Cigano – e outros contos de mulheres sábias (2004). Pessoas diferentes, vivendo realidades diversas, podem ouvir um conto tradicional e aprender algo a partir dessa história, cada uma do seu jeito. Regina defende que os contos tradicionais podem nos tocar em um lugar dentro de nós onde temos certeza de que queremos realizar algo que nos é próprio e a partir desse lugar interior, imprimirmos nossa marca pessoal no mundo. Eles podem aquecer o impulso criador, de transformação que existe em cada um de nós. Partindo do ponto de vista de que os personagens de um conto não são pessoas, mas expressam qualidades e possibilidades humanas de desenvolvimento (Machado, R., 2004), estaremos trabalhando a partir de um conto onde o princípio Feminino seja central, compreendendo que o Feminino enquanto essência, está presente nos homens e nas mulheres, como nos revelou Jung no decorrer da sua obra.

 

Um conto tradicional escolhido para essa vivência será a inspiração central nesses cinco encontros que serão coordenados pela analista junguiana, Patrícia Gimenez. A estrutura dessa vivência é inspirada na proposta de trabalho com contos de fadas criada por Luiza Lameirão, importante educadora brasileira, atuante na Antroposofia e na Pedagogia Waldorf. O conto escolhido será contado pela coordenadora no primeiro encontro e todos serão convidados a partir de então, a buscar um contato diário com ele, no decorrer do trabalho. Quanto mais se aprofundar no conto, mais rica será sua experiência. E a cada encontro, será feito um exercício de observação fenomenológica deste conto, nos possibilitando entrar em contato com suas imagens de uma forma gradual e profunda. Como em um processo alquímico, nossa busca será vivenciar um processo lento e cuidadoso, compreendendo que na medida em que nos permitirmos nos tornar íntimos do conto, ele poderá se revelar a cada um dos participantes do grupo, ao seu tempo.

 

O bordado livre será o instrumento através do qual esse contato com as imagens internas despertadas pelo conto poderão ser expressas por meio de linhas, cores e pontos variados. Cada participante poderá perceber a riqueza do bordado como técnica expressiva, no decorrer de um processo. Não é necessário ter experiência anterior com bordado.

Dúvidas

Contate a SBPA por e-mail: sbpa@sbpa.org.br.
(11) 94269-5200